Deixem que os mortos enterrem os mortos

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(Alek – 1 minuto)
“As pessoas estão tristes, em todo lugar” foi o que ele disse enquanto dirigia.
Algo está acontecendo com o mundo.

Vemos isso nas ruas, na televisão, em casa, no quarto, no espelho.

Um sábio disse que não se deve levar mais do que se pode carregar em uma corrida rápida.

E estamos insatisfeitos, desesperadamente correndo atrás de algo maior que nossas vidas, mas presos em grilhões invisíveis.

Você consegue sair de casa e abandonar tudo que já sentiu ou pensou? Consegue estar sentado em uma praça sem acreditar em nada? Consegue olhar para a mesma coisa todo dia como se fosse a primeira vez ao invés de despejar tudo que já pensou ou sentiu a respeito em cima?
É muito peso, não dá para correr assim, e por algum motivo estamos sentindo vontade de correr, ficar parado está sendo dolorido demais pra nós.

Memórias, fantasias, crenças, conclusões.

Tudo aquilo que nunca poderá se tornar vida e continua circulando no interior deveria ser abandonado, pois é o mesmo que investir no que já não existe, carregar corpos mortos nos ombros.

Quantos cadáveres você leva por aí?

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