(2 minutos – Guilherme Costa)

A possibilidades de enxergar o espiritismo em tudo e traçar paralelos é algo que me faz apaixonar cada vez mais pela doutrina. A ideia hoje é comparar o processo de auto conhecimento com as dietas restritivas e principalmente os alimentos que ingerimos. Uma viagem como todas as outras, mas dessa vez de um jeito saboroso. Nossa ideia é desconstruir e construir conceitos dentro de você, para que aí então você descubra o melhor caminho na sua jornada.

Acredito que ninguém goste de fazer uma dieta, a qual restrinja alguns alimentos ou quantidades. Comer gera um prazer incrível e podemos observar nossa maneira de comer para, talvez, entender um caminho de auto conhecimento. Como assim? Simples, imaginemos que tudo o que ingerimos são informações e a partir daí começamos nossa explicação.

Se tudo que ingerimos são informações é óbvio que existem informações de todo tipo e jeito. Algumas mais leves, outras saudáveis, outras mais densas e algumas que fazem mal. Deus nos deu o livre arbítrio para entender qual tipo e qual quantidade podemos ingerir, a responsabilidade é nossa. Não é o ato de simplesmente falar não posso mais comer e pronto. Se fosse fácil assim, já estaríamos num planeta melhor.

O grande lance da dieta e do auto conhecimento é ter uma disciplina consciente (acabei de inventar esse termo). Entender as necessidades do seu corpo, mente e espírito e dentro disso decidir qual tipo de informação ingerir e qual quantidade. Falando em alimentos uma alface ou um doce não são nada além de uma alface e um doce. Uma alface pode ser útil para um vegetariano e inútil para um ultramaratonista da mesma maneira que um doce pode ser prazeroso para uma pessoa e uma arma perigosa para um diabético.

O movimento começa de dentro para fora, respeitando as necessidades e as vontades, entendendo o que posso e o que devo. Talvez hoje você precise de dois quilogramas de chocolate ou de dois pratos cheios no almoço. Isso não é errado necessariamente, não estamos aqui para julgar. Entretanto, a medida que você toma consciência do que ingere, acaba tendo mais controle sobre o que alimenta sua alma.

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